terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Trilha sonora da vida 5

Olá, leitores!
Tenho plena consciência que demorei bastante para elaborar esse post, porém tive alguns probleminhas que me impediram de seguir em frente, mas aqui está minha restrospectiva desse ano emocionante que foi 2013:



-  Janeiro: Vai começar um novo ano!  Quinze dias de dor. Esperança e agonia.

‘Eu nunca amei como eu te amo, basta em meus olhos você notar. Peça pra Deus pra te mostrar, cuidado pra você não se assustar, pois sou capaz de mudar meus planos por uma vida só com você. Por nossa história, por nossos sonho, por um final feliz...’
Deixa eu te fazer feliz – Thiaguinho.


- Fevereiro: Tudo começa a se acertar. Mudanças. Surpresa. Alegria. Noite inesquecível.

‘Meu bem querer, minha criança, amo você. O morro fica triste sem você, meu bem querer, minha esperança é não sofrer. Eu morro e fico triste sem você.’
Querer – Banda EVA


- Março: A perda de um poeta. Animação. Loucuras. Discussões.

‘Até que esse tempo longe me fez ver o quanto o amor da gente é bom. E se ficar tarde eu pego o telefone e ouço o som, que vem da sua voz.  Tá de manhã.’
Dois caminhos – Claudia Leitte


- Abril: Mais amor. Saudades.

‘Guerreiros são pessoas, tão fortes, tão frágeis. Guerreiros são meninos no fundo do peito. Precisam de um descanso. Precisam de um remanso. Precisam de um sono que os tornem refeitos.’
Um homem também chora – Gonzaguinha.


- Maio: Diversão. Choque de personalidade. Família feliz.

‘Chinelo de couro, uma bata, uma benção, mais 50 centavos de som. Aumenta o som!’
Raiz de todo bem – Saulo Fernandes


- Junho: Apoio. Incomodo. Falta. Festa inesquecível. Alegria!  Correria. Recompensa. O gigante acordou!

‘Mudaram as estações , nada mudou. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente. Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar. Que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba.’
Por enquanto – Cássia Eller.


- Julho: Encontro e despedida. O amor fica. Muito choro. Festa com família. Mudanças.

‘Um dia gatinha manhosa eu prendo você no meu coração, quero ver você fazer manhã então...’
Gatinha Manhosa – Adriana Calcanhoto.


- Agosto: Mais dor. Mudança. Encontro.

‘Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê? Minha alegria, meu cansaço? Meu amor cadê você? Eu acordei, não tem ninguém ao lado.’
Esquadros – Adriana Calcanhoto


- Setembro:  Um fim. Crítica. Decepção. Diva!

‘Na-na-na, diva is a female version of a hustla,  of a hustla, of a, of a hustla...’
Diva – Beyoncé.


-   - Outubro: Acabou mesmo! Um presente de Deus. Duas estrelas perfeitas. E não é isso que eu sou!?

‘Valei-me, Deus! É o fim do nosso amor. Perdoa, por favor. Eu sei que o erro  aconteceu. Mas não sei o que fez tudo mudar de vez. Onde foi que eu errei? Eu só sei que amei,
Que amei, que amei, que amei.’
Flor de lis - Djavan.


- Novembro: Liberdade. Alegria demais. Correria. Perdas. Reconciliação.

‘Hoje eu não consigo mais me lembrar de quantas janelas me atirei e quanto rastro de incompreensão eu já deixei, tantos bons quanto maus motivos, tantas vezes desilusão. Quase nunca a vida é um balão. Mas o teu amor me cura de uma loucura qualquer. É encostar no seu peito e se isso for algum defeito, por mim tudo bem.’
Tudo Bem – Lulu Santos.


- Dezembro: Um final feliz. Felicidade. Amigos, família. Fé.

‘Paz e Amor é o que eu quero pra nós e que nada nesse mundo cale a nossa voz. Céu e Mar e alguém para amar e o arrepio toda vez que a gente se encontrar n unca vai passar, mesmo quando o Sol chegar.’

A hora é agora – Jorge e Mateus.




quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Perdas

Perder alguém é terrível. A perda seja em relação a morte ou a consequências de afastamento faz sofrer e o pior de tudo é que já estou me acostumando com o fato. O pior de tudo é que isso já tornou-se comum para mim e eu sei lidar com tudo isso. A história apesar de triste, é verdadeira. 

Quando dizem a seguinte frase: ''A vida ensina.'', eu me identifico bastante, pois é com os acontecimentos que venho adquirindo coragem para seguir. A propósito, ando tão corajosa, passo pelas ruas sem medo, com a cabeça erguida, sempre em frente, sorrindo mas sem saber ao certo o que estou sentindo.
Falei que não ia escrever muito sobre mim aqui, porém é inevitável. 

Procuro o meu melhor, procuro ser feliz e acho que está dando certo. Faço o que gosto, ando sem peso na consciência e pode crer que que sua paz interior ninguém jamais comprará. Isso realmente não tem preço. Nunca terá.

domingo, 17 de novembro de 2013

Subjetividade

Escrever textos sobre mim, sobre como minha vida se encontra tem me irritado bastante. Argh!
Depois faço um bom texto pra vocês, prometo.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Diário de uma soteropolitana - Oxe, cadê a educação?

Que boa parte dos soteropolitanos tem um problema grave de falta de educação e gentileza, isso é bem perceptível, o pior de tudo que soube de outras pessoas que o problema não é só da cidade, mas é uma questão nacional. Enfim, como só vim falar do que observo na capital, então vai lá...

Eu nem sei classificar o mais me irrita, porém o mal do jogar lixo no chão, me mata. Por que fazer tanto mal a natureza, a cidade e a si mesmo?
 Acho que pouca  gente pensa que quando chove essa sujeira faz com que os bueiros fiquem entupidos, as ruas fiquem alagadas, prejudicando tanto pessoas que passam no local a pé, quanto o trânsito e etc. O que sempre faço é colocar o papel de bala no bolso ou em um canto da bolsa. A propósito reclamo muito com meus amigos quando eles jogam sujeira no chão! Outra coisa que vejo pra caramba, principalmente no bairro de onde eu moro é o estacionamento em locais irregulares, Muitos pedestres ficam sem lugar na calçada para caminhar e são obrigados à andar pelo meio da rua. Os motoristas ao invés de respeitarem, não ligam nem um pouco para os outros.

No ônibus, nem se fala! Um dia desses, eu estava indo para a faculdade em pé, com a bolsa em pendurada no ombro e o caderno na mão, com uma grande dificuldade de me segurar. Duas mulheres olharam para mim, mas não fizeram questão nenhuma de pedir meu caderno. Não me importo que não segurassem a minha bolsa, pois sei que muitas pessoas tem receio de segurar pertences alheios. Mas o caderno?
 Não custa nada, não é... Fiquei com raiva, mas já deveria estar acostumada.

Um povo que se diz tão atencioso e receptivo deveria ser mais gentil para manter a fama, porém se depender dessas e de muitas outras situações a falta de educação, respeito e gentileza com o próximo irá superar minhas expectativas um tanto quanto negativas.


#indigançaodasoteropolitanissima

sábado, 19 de outubro de 2013

Era uma vez...

Um amor.
Mas de repente, fim.


Obs: Não falarei mais nada sobre.