Vontade de sair por aí e te encontrar,
um eu te amo no seu ouvido sussurrar...
Ficar um tempão ao seu lado,
olhar esse universo de céu estrelado.
Te dá um abraço e não te largar jamais
fazer com que em mim, você encontre sua paz.
Vontade de falar, falar muito, tudo o que sinto
e caso duvidem, afirmar que eu não minto.
Querer, querer sempre está bem...
vontade de fugir e só voltar semana que vem.
E se nada disso eu puder fazer,
se ao menos eu pudesse registrar, escrever;
Vontades minhas irei compartilhar,
quem sabe alguém virá me ajudar
E tudo poderá ser real,
mudar a rotina, sair do normal.
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
''Decepção''
Estava sentada no lugar onde costumava ir nas tardes de sexta: sorveteria; do seu lado uma fatia de torta de chocolate (a sua favorita)e um milkshake de morango (desejo no momento), o dia estava muito lindo, parecia que todas as sextas-feiras daquele mês de outubro eram dignas da incrível luz do sol e do céu o mais azul possível.
Era tímida, não totalmente, mas tinha vergonha de dizer à aquele garoto por quem ultimamente não parava de pensar um só minuto, que estava criando um sentimento, um sentimento muito forte que a prendia à aquele ser... Então, abriu o seu caderno e resolveu escrever tudo o que vinha na sua mente, não importa o que ele achasse, ou até mesmo se ele iria ri da sua cara de adolescente-frágil-apaixonada; ela queria apenas aliviar o que guardava para si durante alguns meses. Queria dizer que não conseguia ter olhos para outra pessoa, por mais lindo que os outros fossem. Falar que todos os textos do seu diário virtual, que muitas pessoas chegavam a comentar se destinavam apenas a ele, a sua paixão. E afirmaria com toda a certeza que não estava pensando em mais ninguém a não ser ele.
Foi aí que virou para o outro lado da rua, mesmo com carros atrapalhando a sua visão, conseguia ver nitidamente; uma imagem que não queria ver por nada nesse mundo, esperava QUALQUER COISA, menos aquilo. A ''sua'' paixão de mãos dadas, aos beijos com uma outra garota, a reconhecia... álias nem queria reconhecer. Era sua colega de classe. Não tinha intimidade com ela, mas era sua colega de classe. Que desconhecia a paixão que sentia por ele.
Após observar aquela cena, levantou. Suas pernas queriam ficar imóveis, mas resistiu. Com lágrimas no rosto chamou a garçonete que havia sido muito simpática com ela e que agora perguntava o que havia acontecido, não quis dizer: óbvio. Mal conhecia aquela criatura. Rasgou a folha, a carta que estava quase terminando e deixou ali mesmo, em cima da mesa, atirou seu caderno na bolsa... não quis saber de troco, de nada. Seu desejo era apenas ir pra casa, enfiar a cabeça no travesseiro, esquecer do que viu e chorar. Não queria ver ninguém na sua frente, o que tinha presenciado naquela tarde foi o suficiente para deixá-la triste e sem nenhuma esperança.
A partir daquele dia, sonhou com aquela imagem da tarde ensolarada de outubro várias vezes. Mas evitou derramar uma só lágrima que fosse. Prometeu para si mesma que não ia querer saber mais dele, mas tinha consciência que não deixaria de gostar de uma hora pra outra e que poderia se apaixonar mais vezes. Mas naquele momento, não. Queria apenas focar em outros objetivos, qualquer coisa que evitasse decepções...
Era tímida, não totalmente, mas tinha vergonha de dizer à aquele garoto por quem ultimamente não parava de pensar um só minuto, que estava criando um sentimento, um sentimento muito forte que a prendia à aquele ser... Então, abriu o seu caderno e resolveu escrever tudo o que vinha na sua mente, não importa o que ele achasse, ou até mesmo se ele iria ri da sua cara de adolescente-frágil-apaixonada; ela queria apenas aliviar o que guardava para si durante alguns meses. Queria dizer que não conseguia ter olhos para outra pessoa, por mais lindo que os outros fossem. Falar que todos os textos do seu diário virtual, que muitas pessoas chegavam a comentar se destinavam apenas a ele, a sua paixão. E afirmaria com toda a certeza que não estava pensando em mais ninguém a não ser ele.
Foi aí que virou para o outro lado da rua, mesmo com carros atrapalhando a sua visão, conseguia ver nitidamente; uma imagem que não queria ver por nada nesse mundo, esperava QUALQUER COISA, menos aquilo. A ''sua'' paixão de mãos dadas, aos beijos com uma outra garota, a reconhecia... álias nem queria reconhecer. Era sua colega de classe. Não tinha intimidade com ela, mas era sua colega de classe. Que desconhecia a paixão que sentia por ele.
Após observar aquela cena, levantou. Suas pernas queriam ficar imóveis, mas resistiu. Com lágrimas no rosto chamou a garçonete que havia sido muito simpática com ela e que agora perguntava o que havia acontecido, não quis dizer: óbvio. Mal conhecia aquela criatura. Rasgou a folha, a carta que estava quase terminando e deixou ali mesmo, em cima da mesa, atirou seu caderno na bolsa... não quis saber de troco, de nada. Seu desejo era apenas ir pra casa, enfiar a cabeça no travesseiro, esquecer do que viu e chorar. Não queria ver ninguém na sua frente, o que tinha presenciado naquela tarde foi o suficiente para deixá-la triste e sem nenhuma esperança.
A partir daquele dia, sonhou com aquela imagem da tarde ensolarada de outubro várias vezes. Mas evitou derramar uma só lágrima que fosse. Prometeu para si mesma que não ia querer saber mais dele, mas tinha consciência que não deixaria de gostar de uma hora pra outra e que poderia se apaixonar mais vezes. Mas naquele momento, não. Queria apenas focar em outros objetivos, qualquer coisa que evitasse decepções...
Fé em Deus
Dentre muitas coisas, uma que realmente me fortalece é a minha fé. Fé Naquele que criou tudo que existe.
Sabe, eu ''converso'' com o meu Deus, primeiramente, todos os dias eu agradeço, agradeço muito por tudo o que Ele me proporciona, pelas pessoas que estão ao meu lado tanto no momento eu que eu necessito quanto nos outros momentos. De vez em quando parece que são escolhidas para nos ajudar.
Paro pra pensar, em tudo de maravilhoso que ocorre na minha vida, agradeço mais uma vez.
E peço também para que jamais deixe as coisas fugir do meu controle. Existem certas ocasiões onde é necessário muita paciência e ao fechar os olhos e pedi a Ele calma, isso me faz sentir mais leve.
Sabe, eu ''converso'' com o meu Deus, primeiramente, todos os dias eu agradeço, agradeço muito por tudo o que Ele me proporciona, pelas pessoas que estão ao meu lado tanto no momento eu que eu necessito quanto nos outros momentos. De vez em quando parece que são escolhidas para nos ajudar.
Paro pra pensar, em tudo de maravilhoso que ocorre na minha vida, agradeço mais uma vez.
E peço também para que jamais deixe as coisas fugir do meu controle. Existem certas ocasiões onde é necessário muita paciência e ao fechar os olhos e pedi a Ele calma, isso me faz sentir mais leve.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
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Penso em várias coisas ao longo do dia. Penso em anotar para desenvolver textos, mas não anoto e acabo esquecendo. E fico na minha ausência de criatividade (já não existe muita)! Este talvez seja o principal motivo da escassez de postagens.
domingo, 17 de outubro de 2010
Alegria, de fato.
Via na sua casa um motivo para seguir em frente. Nos seus amigos motivos para está sorrindo. Nas pessoas um desejo de entendê-las. Na escola um motivo para aprender com tudo o que via. No mar uma causa para refletir sobre tudo. No que fazia de errado, uma razão para corrigir. Nas coisas simples, uma razão para admirar ao seu redor. No defeito, um conserto. Na qualidade, uma melhora. Via além de tudo isso que a vida não seria apenas determinada pelo seu destino, mas também pelas escolhas que a cada dia ela fazia. Descobria o sentido da sua felicidade que se espalhava aos poucos em isso tudo, cada qual com sua participação, viu que não deixaria de viver sem esses elementos e pediu a Deus pra Ele continuar presenteando-a com tudo, tudo que foi citado, pois observava a cada dia que a essência da alegria estava por trás de tudo isso.
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