segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Sensação de revolta

Na semana passada tive conhecimento de duas situações que me deixaram bastante chateada em relação ao comportamento alheio.

A primeira, eu prefiro não comentar aqui, pois não presenciei e não sei ao certo como explicar com detalhes. Porém, a segunda aconteceu enquanto eu estava voltando para casa em um ônibus. O transporte estava bastante cheio (já estou acostumada), foi então que o motorista parou em um ponto onde uma cadeirante com acompanhante desejava subir pela porta apropriada (ps: provavelmente ambas estavam a muito tempo esperando no local). 

Então, o cobrador que é responsável por acionar o dispositivo o fez com êxito. Entretanto, alguns passageiros olhavam a deficiente com desdém e um deles até mesmo utilizou de palavras para deixar bem claro que estava incomodado com o fato. Fiquei perplexa e tive vontade de bombardear todos aqueles que estavam ruins com minha raiva e indignação, mas me controlei como sempre. Fiquei extremamente decepciona com que escutara. 

Como as pessoas conseguem ficar ainda mais egoístas? Se aquele indivíduo sentado em uma cadeira de rodas fosse um parente ou amigo será que agiriam da mesma forma? E para onde foram parar as reclamações referente a exclusão dos deficiente, idosos, etc.? A hipocrisia da sociedade ainda consegue me surpreender, quando acho que muitos estão conscientes, na verdade descubro que não passam de um bando de falsos!

Ao chegar na minha  casa eu bradei e só consegui ficar mais calma depois de horas... Aquelas palavras não saiam da minha cabeça. Ainda sim não gosto de ser pessimista com o fato de que a maioria das pessoas que são assim não possam melhorar suas ideias.

domingo, 11 de agosto de 2013

Postagens

Meu Blog está meio louco, assumo. Os leitores devem ficar confusos ao entrarem para fazer um visita, imagino que ele é uma casa cheia com crianças chorando, copo quebrando, mamãe fazendo comida bastante atrasada para o trabalho (Ê imaginação fértil!). Pois bem, voltando a conversa real, todas essas diversas ideias fazem parte do meu SER e organizá-las demanda um bucadinho de tempo. 

Com o passar dos dias diversos pensamentos pairam sobre a minha mente e seleciono alguns para serem postados. Gosto de diversificar falando de:

- Amor e outros sentimentos: como me sinto, como observo, atrelando com histórias e opinião à respeito;
- Coisas que acontecem com o mundo: assuntos diversos que tenho vontade de falar;, - - --- Histórias: fictícias ou não (estou devendo nesse quesito, achava que era melhor nas narrações), etc. 

Simplificando, minha página é um reflexo da Camila Ferreira: os sentimentos, as coisas que não concordo, as coisas que admiro, o que gosto de ler e ouvir, o que invento para tornar um conto legal. Tenho certeza que em algum momento o Jornalismo me ajudará a compor de forma mais harmoniosa esse bombardeio de textos, porém acho que quando eu cair na real farei uma nova rede. Espero que com esse post seja mais aceitável o fato do meu Blog falar de tantas coisas distintas. Que não soe como um pedido de desculpas (isso soou profundo), mas sim como uma explicação geral do que é dito por aqui. 

Intolerância musical

Com o passar do tempo tornei-me muito mais tolerante com as coisas à minha volta, isso inclui a música. Vejo um bando de gente tentando atingir outras pessoas com comentários do tipo: ''Bonde das Maravilhas deveria ser proibido. '', ''Ouve funk? Se mata'', etc. Daí eu questiono mentalmente: Sim, e daí?

Tenho a humilde opinião: se não gosta, não ouve. Não fica bombardeando e criticando indivíduos porque eles tem prazer em escutar funk, pagode, rap, ou seja lá o que for. E mais: nem sempre a música que te toca, vai encantar o outro. É uma questão de personalidade, escolha e impor uma aceitação não é um meio viável. Seria muito mais fácil os críticos ignorassem ou tentassem entender o universo do outro (a segunda opção acho bem mais complicado, mas enfim...). 

O pior de tudo são os críticos-hipócritas, ou seja, aqueles que falam mal do ritmo musical, porém se joga no som na primeira virada da esquina. Vejo isso de uma forma contínua com o pagode baiano. Milhares de pessoas dizem não suportar, entretanto em uma festa, por exemplo - consciente do que está fazendo - curte e sabe a maioria das músicas. Para não cair na armadilha de ser hipócrita comigo mesma e com as pessoas que costumo conversar, prefiro assumir minha ''ecletiquisse'', prefiro dizer: ''Gosto de quase tudo'', e faço minhas observações ao longo das discussões.

Bem, é só isso que queria dizer sobre essa intolerância que tem me incomodado bastante, um dos principais assuntos que geram críticas nas redes não poderia passar despercebido sobre os meus olhares e digitações, risos.

sábado, 13 de julho de 2013

Nas profundezas do meu ser

Como eu já citei anteriormente aqui nesse blog, talvez o propósito de existir seja a busca da felicidade. Entretanto, me questionei ultimamente se realmente serei feliz plenamente em um ciclo da minha vida. Quando começo a acreditar que as coisas estão boas, elas mudam de estágio, nem que seja em uma situação mediana para me machucar de alguma forma.

Possivelmente tudo que ocorre está envolvido em uma provação da própria existência. Digo isso, pois a fé que existe em mim é maior do que as dificuldades e mais: já passei por muita coisa pra desistir neste momento ou em qualquer outro que virá! Portanto modifiquei o pensamento e quero acreditar que serei recompensada no quesito da felicidade.

Se sofro? Com certeza! Mas sei que existe alguém ao meu lado que necessita de mais apoio do que eu mesma. Além disso, tenho a plena certeza da capacidade que possuo para transmitir as melhores energias possíveis. Sou grata à própria vida por ter me dado (mesmo sendo da pior forma possível) tais ensinamentos, afinal se não fosse dessa forma provavelmente eu não teria tanta força para lutar neste momento.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Foco nas ideias

Estou surpresa e ao mesmo tempo feliz por todas essas diversas mobilizações que estão ocorrendo no Brasil. É magnífico saber que todas as reclamações, opiniões, insatisfações saíram das publicações e foram fazer a diferença (prática) nas ruas; foi tudo tão espetacular que no início eu achei que estava vivendo um sonho. Sonho de uma cidadã brasileira que possui esperança em ter um país melhor.

Diante de um problema (o caso do aumento da passagem em SP), foram surgindo diversas ideias em relação à injustiça que paira o território. Mais do que nunca à população cansou de ficar apenas vendo tudo passar. Porém, existem aqueles que desviam o foco do que é realmente é importante para ser colocado em pauta.

Um exemplo foi o fato de que alguns indivíduos queriam se reunir para executar a ideia de ‘Um dia sem TV Globo.’ É claro que qualquer tipo de mídia massiva influencia e tentar persuadir os indivíduos, porém deve-se lembrar que não existe apenas um canal de televisão no ar. Além disso, com a questão do senso crítico existente em cada um, é alienado quem quer, sinceramente. Através do conhecimento é possível analisar tudo a nossa volta. Resumindo: A Rede Globo aliena, sim! Mas aqueles que estão dispostos a não buscar a veracidade das informações.


Deixando bem claro que esse post não tem um intuito de criticar as pessoas que apoiam essas teorias, e sim sugerir que as mesmas repensem a forma de como vem destinando tais discussões afinal existem assuntos relevantes para serem tratados no momento. Não vamos perder o foco, vamos lutar pelos nossos direitos com plena consciência cada vez mais!