sábado, 29 de junho de 2013

Besteiras

Não sinto-me na obrigação de postar periodicamente no blog. Mas quando entro aqui e vejo esse vazio (isso quando lembro de entrar) fico mal só de pensar o tamanho da minha preguiça em digitar e desenvolver ideias. Coisa feia, Camila!
Acho que necessito de alguém que me cobrem postagens, no mínimo todos os dias, rs.
Enquanto isso vou amadurecendo minhas ideias e prometo que até amanhã posto algo!

domingo, 26 de maio de 2013

Nostalgia excessiva

Aí você para e pensa que é jovem demais, porém velha o suficiente para acumular centenas de lembranças, daquelas que transmitem saudade demasiada. A ausência de coisas simples que faz as pessoas desconfiarem da aura de tanto apreço e encanto.
Surge a imagem de você a uns anos atrás com um tênis velho, calça confortável, livre de preocupações, de papo com os amigos e/ou abraçada com o amor, olhando para um lugar qualquer agradecendo pela tranquilidade do momento.
Mas aí, aí... Você lembra de toda a verdade. Se recorda que os amigos estão ocupados demais ou o amor está longe e perde a esperança de exaltar sua felicidade por mais um dia. Será que há algum problema em minha personalidade? Afinal,sinto-me tão sozinha.


Texto descrito no dia 23.05, voltando da rotina.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ler, ué.

Segurei nas mãos o livro e com maior alegria percebi que ali estava mais uma aventura, na verdade acredito que definindo apenas dessa forma, praticaria um erro. Muito mais que uma aventura, seria uma grande viagem. Não só com eles, mas os que já foram consideradas viagens passadas, ou que ainda estão por vim... Infinitas manhãs, tardes, noites. Olhos arregalados, imaginação aflorada. Sensações diversas, nostalgia. 

Realmente eu não achava que seria tão complicado definir tal ato de leitura, tudo isso porque existe uma grande complexidade entre o objeto e o leitor. E além disso, há uma particularidade em cada viagem passada, o que me resta é aproveitar cada letra impressa e agradecer em pensamentos por ter a possibilidade de usufruir desse grande bem que proporcionar auxílio, diversão e emoção...

domingo, 12 de maio de 2013

Apenas mais uma ''do amor''.

Acho que nós dois somos meio pirados. Brigamos e basta você me chamar de algum adjetivo que eu gosto, como ''amor'', fazer algo que me agrada , ou expor promessas soltas, eu volto a achar tudo lindo, não por acomodação, mas porque sei que a intenção é sempre a melhor possível. Somos tão difíceis, eu diria: mais difíceis a cada dia que passa, entretanto o que importa é que o amor é real. Tanto que se não fosse, não estaríamos juntos e você sabe. O importante é que vivemos momentos de infinita felicidade, que valem mais do que qualquer desentendimento. Agora estou do seu lado (olhando pra ti dormindo que nem um anjo) com a certeza de que quero viver contigo eternamente.


(Ps: escritos de algum dia em abril/2013)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O interesse que prejudica

Quase todos os dias é a mesma coisa: ida no transporte público no sentido Paralela-Iguatemi entre 11 e 12 horas. São nessas idas e vindas que vivo pensando nos mais variados assuntos. Visualizando um trânsito movimentado, prédios que parecem disputar pelo seu grandioso tamanho, árvores devastadas e grandes empreendimentos com altas doses de tecnologia e conhecimento na área civil...

Pergunto-me se é realmente necessário tudo isso? Questiono-me se o homem não viveria melhor se os seus interesses financeiros não fossem colocados em primeiro plano? Os indivíduos reclamam da qualidade do ar, do calor, da ausência de ventos, porém esquecem que se caso existisse uma maior dimensão em área verde esse problema viria em uma proporção muito menor, ou alguns deles talvez nem existiriam. 

Entendo que enquanto o egoísmo, a individualidade do ser humano aliado a sede do TER for maior que a preocupação com nossos bens naturais, pouca coisa será salva e reaproveitada. Afinal, a parcela de pessoas que realmente ao menos se preocupam com tudo isso é pouca, ainda assim, existem a grandes organizações que não abrem mão dos seus altos lucros. Certos problemas são irreversíveis, mas pode-se salvar o que ainda resta, necessário mesmo seria todos andando de mãos dadas, em benefício dos meios naturais.