sexta-feira, 13 de maio de 2011

Os outros

Ando devagar pelas ruas, imaginando tudo o que eu fiz durante esse tempo ao seu lado, não posso dizer que foi a melhor época da minha vida, mas com certeza é algo que levarei por toda a minha existência. Pois é...
Depois que tudo terminou, conheci tantas outras pessoas interessantes, mas em nenhuma delas encontrei as características que não eram boas ou ruins, apenas pertenciam a você. Dizem que só amamos uma única vez, não sei se te amei, mas tudo está tão estranho desde quando tivermos a pior de todas as conversas, a briga mais dolorosa de todas, afinal você não me pediu calma, nem me tranquilizou com um abraço. Apenas se foi.
Sinto tanta necessidade de tê-lo comigo, e se a vida continua, tem que continuar sem você (coisa que não é impossível), mas não deixa de ser difícil conviver com quem não tem a mínima importância no devido momento a medida que o tempo passa. Pois é, depois de você: ''os outros, são os outros, e só.''



ps: + um dos um milhão de textos que não presenciei e/ou vivi.

sábado, 16 de abril de 2011

De ser eu mesma. De ser feliz.

Hoje eu acordei nova. Aliás, a cada dia é assim. Com um desejo de mudar tudo que pretende não me deixar bem. De afastar-me das pessoas com máscaras, hipócritas. De depender mais do que nunca de mim mesma, descobri que a felicidade acontece deste jeito. E se por acaso, vierem me perguntar se algo me incomoda, eu responderei que sim; mas que não é nada comparado a felicidade relacionada a coisas realmente importantes na minha vida. O desejo de está sozinha não me incomoda tanto, como a um tempo atrás; 'antes só do que mal acompanhado' caiu muito bem. Hoje eu sou medo, sou dúvida, sou alegria, sou esperança, sou tudo, sou nada. Sou eu, e isso basta.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mudança e revolução

''(...) é justamente o que eles querem um povo fácil de domínio. '' Irmandade Brasmorra -


Muita gente diz que deseja uma melhora no mundo, acaba culpando os políticos ou quem mais estiver ''no controle'', a tendência é esquecer que todos fazem parte um determinado local e que o desejo de mudança deve começar por si mesmo (clichê? talvez.)... Enfim, para começar o desinteresse é explícito em prol da escolha de quem comanda. Cobranças? Raríssimas. E em relação a outras questões (meio ambiente, sociedade) pouquíssimas pessoas se preocupam de verdade, a ponto de tomar medidas pensando no coletivo.
Por esses e outros motivos que gostaria (futuro não tão distante), de descobrir alguma maneira de ajudar, ser útil para o mundo. Várias opções surgem, ao longo do tempo, basta apenas me enquadrar em algo que além de me agradar, auxilie.
Outra coisa é a revolução. Me chama bastante atenção. Quando se trata de algo sério, organizado, que não seja para chamar atenção é bastante aceitável, o problema é que existem pessoas que além de encarar como bagunça, não tem esperanças de mudanças concretas. Sou desistente e medrosa, [se eu não fosse, quem sabe... Rs].
Pois é, mudar não é fácil, o tempo não é artifício principal para as modificações e sim a AÇÃO. Se fomos esperar para que tudo se realize sozinho, estaremos perdidos em universo que não será nosso.

sábado, 9 de abril de 2011

Há de ser.

Cientistas e arqueólogos registrarão indícios de que uma estranha energia paira por nossos vestígios.O sentimento resistirá aos tempos como fóssil. E o mundo então saberá que ali viveu o amor mais dócil... Há de ser, Jorge Vercilo.

Composta de explicações

O mar estava lindo. Só faltava você e o nosso jeito antigo de admirar as coisas boas...
Tudo bem, sabia que você não ia vim, não ia consegui dizer aquelas e outras palavras na minha frente, você dizia que ia entrar em prantos... Mas eu já derramei um verdadeiro mar de lágrimas, e tinha a impressão que isso não ia ter a mínima importância pra ti. Mas algo me intrigava, fazendo acreditar que o sentimento não poderia terminar de uma hora pra outra. Por que?
Por que me fez feliz por todo aquele tempo, e de repente se mostrou tão estranho? Por que não explica tudo, é tão complicado? Por que a paixão ''acabou''?
Neste momento, as últimas lágrimas que ainda restavam, desceram. Dificultando a linda visão que estava tendo, pensava em outras coisas, mas meus olhos se encantavam com paraíso, o nosso lugar.
Acredito que a dificuldade que existe em me explicar o que está ocorrendo é só medo de me machucar, de ser verdadeiro. Mas não adianta, o coração já está partido. Será que me entende? E por mais que eu seja feita de todas as certezas do mundo, de não gostar de dá um novo começo a um fim, prossigo com a tal ''pulga atrás da orelha''. Gostaria de trazer uma solução, porém uma pessoa pode mudar isso, e com certeza não sou eu.
Mas por que estou ligando para tudo isso? Que mente confusa. Acabei de achar que não devo voltar. Não sou tão decidida assim.
Vou embora, esse lugar atrai lembranças, e não é disso que necessito neste momento. Não preciso derramar mais de trocentas lágrimas, sabendo o que elas significam, mas não tendo algo para amenizá-las. Só quero explicações.