domingo, 17 de outubro de 2010
Alegria, de fato.
Via na sua casa um motivo para seguir em frente. Nos seus amigos motivos para está sorrindo. Nas pessoas um desejo de entendê-las. Na escola um motivo para aprender com tudo o que via. No mar uma causa para refletir sobre tudo. No que fazia de errado, uma razão para corrigir. Nas coisas simples, uma razão para admirar ao seu redor. No defeito, um conserto. Na qualidade, uma melhora. Via além de tudo isso que a vida não seria apenas determinada pelo seu destino, mas também pelas escolhas que a cada dia ela fazia. Descobria o sentido da sua felicidade que se espalhava aos poucos em isso tudo, cada qual com sua participação, viu que não deixaria de viver sem esses elementos e pediu a Deus pra Ele continuar presenteando-a com tudo, tudo que foi citado, pois observava a cada dia que a essência da alegria estava por trás de tudo isso.
sábado, 16 de outubro de 2010
Uma das minhas ações...
Se eu estiver afim de correr atrás da amizade de alguém que está meio afastado eu corro, eu não sou orgulhosa em relação a esse tipo de coisa. Não acho que estou me humilhando perante a alguém; ah, nada a ver, eu faço o que bem quiser. E se eu achar que estou com vontade, sigo adiante com as minhas ideias.
Atualmente vejo as pessoas tão afastadas, e nossa... deixar escapar alguém que amo? Não, não dá. Claro que eu respeitaria/respeito o desejo de não querer está perto de mim, mas eu gostaria de procurar entender o por quê, de isso acontecer de uma hora pra outra. Portanto eu preservo a amizade de quem eu quero que esteja comigo.
Atualmente vejo as pessoas tão afastadas, e nossa... deixar escapar alguém que amo? Não, não dá. Claro que eu respeitaria/respeito o desejo de não querer está perto de mim, mas eu gostaria de procurar entender o por quê, de isso acontecer de uma hora pra outra. Portanto eu preservo a amizade de quem eu quero que esteja comigo.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Solidão
Tinha muito dinheiro! Era sim podre de rico, apartamentos, carros, tudo do bom e do melhor. Mas não se importa com ninguém, tinha medo que roubassem os seus dólares e dólares... E todo esse dinheiro, se multiplicava a cada dia que passava. Não tinha esposa, nem filhos, abandonou a sua família. Só tinha os seus empregados, motoristas e governantas. E os poucos que se comunicavam com ele, perguntavam:
- Você é feliz?
Ele exclamava, com um ar estranho no rosto: Claro, olha quanto dinheiro eu tenho!
Mas por dentro se sentia tão triste, estava praticamente sozinho naquela imensidão. E da última vez que lhe fizeram essa pergunta, ele pensou por dias. Ele sabia que não era feliz, não tinha motivos assim para ser; então veio uma imensa vontade de gastar tudo com festas, conhecer pessoas, ir a vários lugares em busca de aventuras, ajudar e voltar para sua família. Sair de toda aquela solidão. SOLIDÃO! O dinheiro não te dava amor, nem fazia se sentir em paz, não oferecia um ombro para chorar... o dinheiro era só uma garantia de instabilidade financeira, que já não importava. Poderia parar de trabalhar que ainda sim, teria como viver por toda a sua vida de forma tranquila (financeiramente, claro). Queria ter uma mulher ao seu lado, as que se aproximam eram só por interesse, desejava crianças pela casa, queria ser chamado de: PAI ou de AMIGO, mas como? Não tinha ninguém.
Neste dia ele chorou muito, como nunca havia chorado em toda a sua vida, não havia ninguém para te falar palavras de conforto; era sozinho, e não esquecia disso nem um segundo. SÓ! Na escuridão do quarto andava feito um louco em tempo de abrir um buraco no chão, queria ter dias melhores, mas pensou em tudo o que tinha, tudo o que possuía. Oh, dúvida cruel. Deitou a cabeça no travesseiro e aí, veio aquele peso terrível, viu tudo girar, estava descontrolado. Pensou que no dia seguinte seria tudo diferente, decidiu mudar. Amanhã mesmo iria procurar sua família e dizer que havia mudado completamente. Sua cabeça pesava, pesava muito...
Então foi ao banheiro, pegou seus comprimidos que o médico havia receitado, enfiou uns 5 na boca e foi deitar. Deitou pra nunca mais acordar... parada cardíaca. Devido a medicação incorreta.
Pois é, não realizou seus sonhos; não houve um dia seguinte pra ele que queria ter a oportunidade de mudar, que desejava uma realidade distinta dos últimos anos que passaram. Morreu infeliz. Apenas com objetivos que não pôde colocar em prática. Era tarde demais para realizar tudo aquilo que havia pensado na noite anterior. Não fez o deveria ter feito, não amou de verdade, não teve um amigo para compartilhar seus segredos, nem filho para te dar alegria, viveu na solidão.
- Você é feliz?
Ele exclamava, com um ar estranho no rosto: Claro, olha quanto dinheiro eu tenho!
Mas por dentro se sentia tão triste, estava praticamente sozinho naquela imensidão. E da última vez que lhe fizeram essa pergunta, ele pensou por dias. Ele sabia que não era feliz, não tinha motivos assim para ser; então veio uma imensa vontade de gastar tudo com festas, conhecer pessoas, ir a vários lugares em busca de aventuras, ajudar e voltar para sua família. Sair de toda aquela solidão. SOLIDÃO! O dinheiro não te dava amor, nem fazia se sentir em paz, não oferecia um ombro para chorar... o dinheiro era só uma garantia de instabilidade financeira, que já não importava. Poderia parar de trabalhar que ainda sim, teria como viver por toda a sua vida de forma tranquila (financeiramente, claro). Queria ter uma mulher ao seu lado, as que se aproximam eram só por interesse, desejava crianças pela casa, queria ser chamado de: PAI ou de AMIGO, mas como? Não tinha ninguém.
Neste dia ele chorou muito, como nunca havia chorado em toda a sua vida, não havia ninguém para te falar palavras de conforto; era sozinho, e não esquecia disso nem um segundo. SÓ! Na escuridão do quarto andava feito um louco em tempo de abrir um buraco no chão, queria ter dias melhores, mas pensou em tudo o que tinha, tudo o que possuía. Oh, dúvida cruel. Deitou a cabeça no travesseiro e aí, veio aquele peso terrível, viu tudo girar, estava descontrolado. Pensou que no dia seguinte seria tudo diferente, decidiu mudar. Amanhã mesmo iria procurar sua família e dizer que havia mudado completamente. Sua cabeça pesava, pesava muito...
Então foi ao banheiro, pegou seus comprimidos que o médico havia receitado, enfiou uns 5 na boca e foi deitar. Deitou pra nunca mais acordar... parada cardíaca. Devido a medicação incorreta.
Pois é, não realizou seus sonhos; não houve um dia seguinte pra ele que queria ter a oportunidade de mudar, que desejava uma realidade distinta dos últimos anos que passaram. Morreu infeliz. Apenas com objetivos que não pôde colocar em prática. Era tarde demais para realizar tudo aquilo que havia pensado na noite anterior. Não fez o deveria ter feito, não amou de verdade, não teve um amigo para compartilhar seus segredos, nem filho para te dar alegria, viveu na solidão.
domingo, 3 de outubro de 2010
True.
As pessoas falam em escolher alguém para amar? Mas o que seria esse escolher um alguém?
Uma pessoa que fizesse tudo o que você quisesse, tivesse todos as suas qualidades favoritas, estivesse a disposição para realizar todos os seus caprichos e vontades. É isso? E esquecem que independente de semelhanças, físico ou condições financeiras existe o AMOR! Hoje em dia, existe muito interesse, não se fala mais de sentimento, talvez seja por isso que muita gente desacreditou do que antes era tão esperado... um verdadeiro amor. Ah, mas o que eu penso é que amor não se escolhe, acontece. É simples, não procura quem é melhor ou pior apenas é verdadeiro por si mesmo.
Uma pessoa que fizesse tudo o que você quisesse, tivesse todos as suas qualidades favoritas, estivesse a disposição para realizar todos os seus caprichos e vontades. É isso? E esquecem que independente de semelhanças, físico ou condições financeiras existe o AMOR! Hoje em dia, existe muito interesse, não se fala mais de sentimento, talvez seja por isso que muita gente desacreditou do que antes era tão esperado... um verdadeiro amor. Ah, mas o que eu penso é que amor não se escolhe, acontece. É simples, não procura quem é melhor ou pior apenas é verdadeiro por si mesmo.
sábado, 2 de outubro de 2010
J. ♥

Pra mim era a metidinha da escola, a menina que selecionava tudo, do nariz em pé. Também não gostava de mim. Mas, o tempo passa, as pessoas se aproximam ou se afastam. Graças a Deus, Ele colocou você no meu caminho para fazer uma grande diferença, e aos pouquinhos lá estava ao meu lado a irmã que eu sempre quis... O que mais me chamou atenção foi seu olhar tristonho antes de eu chegar naquela sala, e quando me viu: o abraço. Abraço que me lembrou o mesmo último dia de aula (2009), porque mais do que nunca eu pude ter certeza de que nunca estaria sozinha no meio de tanta gente.
E sempre tão diferentes. Mas isso nunca impediu de estarmos juntas acontecesse, o que acontecesse; hoje lembrando de tudo o que passamos, eu percebi que a minha vida ao seu lado só fez ganhar cor (apesar da sua má influência, rs) e que jamais valerá a pena jogar tudo isso fora.
Eu nunca imaginei que ri fosse tão bom quando estou ao seu lado; ou que existiria alguém que olhasse nos meus olhos e dissesse: ''Anhan, tente. Você pode!''; uma pessoa que me fizesse observar que a vida pode ser melhor a cada dia que passa; que me chamasse de idiota e mesmo assim eu ficasse feliz.
É por isso que eu escolhi você, não apenas enquanto estivermos adolescentes no colégio, mas te escolhi para está ao meu lado por toda a minha vida, minha irmã.
Assinar:
Postagens (Atom)